A Huawei apresentou uma nova abordagem para o desenvolvimento de chips chamada Lei Tau nesta segunda-feira (25). O princípio abandona o modelo convencional de encolher transistores e propõe reduzir o tempo que sinais e dados levam para percorrer entre os componentes. O que é o HarmonyOS e como o sistema da Huawei quer bater o Android e iOS Teste de câmera | Huawei Pura 80 Ultra: a melhor câmera de celular do mundo A Lei de Moore é o princípio que guiou a indústria de semicondutores por décadas: o poder de processamento dobra periodicamente, à medida que os transistores ficam menores. O modelo, no entanto, esbarra em limites físicos, uma vez que os componentes são tão pequenos que os ganhos de desempenho e os retornos econômicos começaram a diminuir. Já a Lei Tau foca na redução de latência entre as partes do chip e dos sistemas de computação. Assim, é possível extrair mais desempenho sem depender de processos de fabricação mais avançados. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Com a novidade, a Huawei afirma que seus chips terão uma densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro (nm) até 2031. Para efeito de comparação, a capacidade de fabricação mais avançada da China está hoje em torno de 7 nm, enquanto a taiwanesa já conta com produções de 2 nm, por exemplo. A primeira implementação prática da nova abordagem é a arquitetura LogicFolding, que reduz o comprimento das conexões internas e promete melhorar significativamente o desempenho dos chips. A expectativa é que a empresa revele chips da linha Kirin com a arquitetura no segundo semestre de 2026. Presidente da divisão de semicondutores da Huawei, He Tingbo, anuncia arquitetura Lei Tau (Imagem: Divulgação/Huawei) Restrições A Lei Tau surge em meio a restrições dos Estados Unidos ao acesso da China a equipamentos avançados de litografia, essenciais para fabricar chips de última geração. Diante ...
Fonte: Canaltech
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