O iFood bateu um recorde histórico de pedidos feitos no mesmo dia em 7 de março, com mais de 7,7 milhões de compras na plataforma. O sucesso vem, em partes, alavancado por um modelo de inteligência artificial (IA) próprio da companhia chamado Large Commerce Model (LCM) e pelas movimentações da empresa nas áreas de IA e dados. O Clube iFood vale a pena? Conheça os benefícios e preços Executivo do iFood analisa impacto da IA e papel humano na inovação O LCM foi lançado no final do ano passado com o objetivo de atender a demandas específicas no mercado de entregas. A tecnologia é treinada a partir de um conjunto massivo de interações reais entre usuários, disponibilizadas de forma anônima, incluindo cliques, buscas e cancelamentos, para melhorar a experiência geral. O Canaltech conversou com o vice-presidente de Inteligência Artificial do iFood, Paul van der Boor, para entender a abordagem da empresa com IA e a decisão por uma solução proprietária no lugar dos modelos disponíveis no mercado. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Como o LCM funciona? O LCM é aplicado em diferentes áreas do iFood: de acordo com a empresa, mais de 200 serviços já usam IA generativa, desde experiências internas e agentes de suporte para restaurantes e consumidores. A base de conhecimento com base nas ações dos usuários permite criar mais experiências personalizadas. Mudar as sugestões da tela inicial de acordo com cada perfil e o disparo de notificações são dois exemplos, enquanto o LCM também abastece o agente de IA Ailo. iFood já conta com agente de IA para auxiliar consumidores (Imagem: Marcelo Salvatico/Canaltech) Paul van der Boor explica que o iFood chegou a um nível de exigência de escala e velocidade que fez a empresa reforçar a infraestrutura de tecnologia. “Em apenas doze meses, deixamos de usar a inteligência artificial apenas como uma ferramenta isolada para transformá-la ...
Fonte: Canaltech
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Fonte: Canaltech
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