A Starlink, empresa da SpaceX, está expandindo cada vez mais a sua presença em diferentes regiões do mundo, mas a atuação da operadora de internet via satélite de Elon Musk ainda esbarra em um limite físico. Um novo estudo revelou que as antenas da empresa enfrenta dificuldades para funcionar em áreas urbanas com alta densidade populacional. A avaliação foi realizada pela consultoria MoffettNathanson, e aponta que o principal obstáculo para o sinal da empresa não é o tamanho da sua constelação de equipamentos instalados no espaço. Em vez disso, o levantamento revela que o empecilho fica por conta do limite de acessos simultâneos que essa área de alcance do sinal consegue suportar. Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas Na prática, essa restrição impede que a internet da Starlink faça frente às redes de fibra óptica e cabo das grandes cidades. Isso faz com que a rede seja mais recomendada em regiões com baixa densidade populacional. Outro ponto que pode pesar contra a internet da empresa de Elon Musk é o dado de que o consumo médio de dados de banda larga segue crescendo anualmente, pressionando a rede de satélites. Como consequência, mesmo com a transição gradual para satélites mais modernos, o problema de atendimento nas metrópoles pode não ser resolvido tão cedo. SpaceX aposta na geração V3 A tentativa da SpaceX de superar essa limitação e preparar a infraestrutura para as futuras demandas passa pela implantação dos satélites da geração V3. Os testes iniciais devem ter início no dia 16 de julho, com 20 equipamentos sendo enviados ao espaço para avaliar conexões a laser de alta precisão com a constelação. O sucesso desse lançamento em escala pode significar a entrega de uma capacidade de tráfego cerca de 10 vezes maior do que a verificada atualmente com os satélites V2 mini. A expectativa é de que a arquitetura V3 entregue até 1 Tbit/s de velocidade de downlink e taxas de uplink na casa dos 200 Gbit/s. Mas, segundo o relatório da MoffettNath...
Fonte: Canaltech
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