Já parou para pensar em uma abertura de série lançada recentemente que tenha te marcado pela combinação entre visuais criativos e uma música envolvente? A resposta para essa pergunta pode não vir tão rápido, pois aberturas de programas de televisão vem se tornando cada vez mais raras hoje em dia. Se, antigamente, sequências de créditos iniciais serviam como um mecanismo para definir o clima da série e conduzir o público ao que seria apresentado na trama, atualmente o que temos, na grande maioria das vezes, são cartões de títulos que surgem na tela por poucos segundos e logo desaparecem, passando longe da criatividade das aberturas antigas. Séries como Buffy, a Caça-Vampiros e Friends, por exemplo, criaram todo um universo com suas aberturas, que são lembradas até os dias de hoje pela maneira como ajudaram a consolidar suas marcas na TV. E não é nem que essa arte tenha entrado em total extinção na era dos streamings, já que serviços como a Apple TV e a HBO seguem apostando em aberturas tradicionais para algumas de suas produções. Mas o que mudou exatamente para que o modelo antigo de aberturas de séries de TV tenha sido substituído por cards de títulos sem graça? O Canaltech explica a seguir. O botão “pular abertura”: o começo do fim Se você já pulou alguma abertura de série durante uma maratona no streaming, porque queria assistir ao episódio logo sem ver uma sequência de nomes surgindo na tela, saiba que esse foi um dos comportamentos que mais influenciaram a quase extinção das aberturas tradicionais na TV. Popularizado pela Netflix, o botão de pular a abertura de uma produção pode parecer inofensivo, principalmente quando você está maratonando uma série e acha repetitivo ficar assistindo à abertura em todo episódio. Contudo, isso revelou para os serviços um cenário de desinteresse em relação a essas sequências, já que, ao pular os créditos iniciais, o público demonstrava que queria ir direto para o episódio sem ter que passar por essa preparação toda. Diante di...
Fonte: Canaltech
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