Review Silent Hill: Townfall | Clima macabro na medida sem apelar para sustos fáceis

Review Silent Hill: Townfall | Clima macabro na medida sem apelar para sustos fáceis
Após um longo hiato, a Konami voltou a investir de maneira agressiva na série de survival horror Silent Hill. A produtora japonesa tem lançado títulos da franquia anualmente desde 2023. Neste ano, o representante da vez é Silent Hill: Townfall, desenvolvido pela Screen Burn Interactive e publicado pela Annapurna Interactive em parceria com a própria Konami. No jogo, acompanhamos Simon Ordell, que precisa retornar à cidade portuária e desértica tomada por uma neblina pesada, St. Amelie, para resolver pendências do passado. A novidade da vez é que Townfall é o primeiro jogo de Silent Hill a adotar uma perspectiva em primeira pessoa. Outro detalhe é que, pela primeira vez, um jogo da franquia se passa em um local baseado na Escócia dos anos 1990, diferentemente das ambientações no Japão e na América do Norte em títulos passados. Mas será que as novidades em Silent Hill: Townfall valeram a pena? Prós Puzzles e mecânica de CRTV que se mesclam bem à jogatina Audio design excelente e imersivo Boa atmosfera de survival horror e gestão de recursos Narrativa dinâmica Terror na medida Personalidade Contras Desempenho técnico e gráficos abaixo do esperado Feedback de detecção de inimigos pouco claro Pouca variedade de inimigos Oscilação no ritmo dos puzzles Stealth e IA básicos Se esgueirando por St. Amelie em Silent Hill: Townfall Como em todos os jogos da franquia Silent Hill, o local e a época em que a trama acontece costumam ser pontos-chave. Em Silent Hill: Townfall, acompanhamos a história de Simon Ordell, que, sem memórias, precisa voltar à cidade portuária de St. Amelie para resolver pendências que deixou para trás a pedido de um estranho. Não demora muito para pegarmos o clima de Silent Hill logo no início de Townfall: uma cidade desértica com uma névoa densa que não permite olhar muito para o horizonte. Desta vez, a Konami optou por se basear na Escócia dos anos 1990 para criar o palco principal do jogo. Apesar de uma mudança de ar ser sempre bem-vinda, não sinto que ...

Fonte: Canaltech
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