'Caso ela diga não': PF intima TikTok para identificar autores de trend violenta

'Caso ela diga não': PF intima TikTok para identificar autores de trend violenta
A Polícia Federal (PF) intimou a rede social TikTok para prestar informações e auxiliar na identificação dos usuários que publicaram vídeos da trend "Caso ela diga não", de acordo com a CNN Brasil. A plataforma já enviou dados técnicos aos investigadores, como os endereços de IP dos computadores e os logs de acesso. Meta e TikTok coletam dados além do consentimento do usuário MEC Livros: como usar o app gratuito do governo com 8 mil obras A apuração foca em publicações que fazem apologia e incitam a violência contra a mulher. Nos vídeos que circularam na rede social, homens simulam agressões físicas, como socos, chutes, facadas e até tiros, como uma resposta hipotética a uma rejeição amorosa ou negativa em um flerte. Com as informações técnicas fornecidas pela plataforma, a PF começou a traçar a linha de identificação dos usuários. O objetivo principal da corporação é descobrir as pessoas reais que estão por trás dos perfis responsáveis por compartilhar as imagens de ódio. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Até o momento, os investigadores já levantaram 15 perfis originários que publicaram os vídeos que viralizaram. O TikTok tem colaborado com a PF para o envio de dados sobre os perfis que publicaram os vídeos machistas (Imagem: Viviane França/Canaltech) Investigação e moderação de conteúdo O inquérito atual é conduzido pela Diretoria de Repressão a Crimes Cibernéticos. Segundo a apuração da unidade, os perfis identificados são de 2024 e 2025. A maioria do conteúdo que viralizou nas últimas semanas havia sido publicada no ano passado, e as imagens já foram excluídas pelo TikTok. A atuação da PF neste caso ocorre por meio de uma coordenação de combate a crimes cibernéticos de ódio. Esta unidade específica foi criada em dezembro do ano passado e é a responsável por acompanhar esse e outros casos considerados graves. O caso ganhou tração inicial em março de 2026, ...

Fonte: Canaltech
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