Notebook com IA: o que muda na prática e como escolher o certo

Notebook com IA: o que muda na prática e como escolher o certo
A proliferação do selo "IA" em notebooks tem gerado confusão no mercado. No Podcast Canaltech desta quinta-feira (9), a gerente regional de vendas da AMD no Brasil, Priscila Bianchi, explica que a diferença entre um notebook convencional e um efetivamente preparado para inteligência artificial está no hardware, especificamente na presença de uma NPU (Neural Processing Unit), unidade de processamento neural embarcada no chip. Ouça o Podcast Canaltech no SpotifyOuça o Podcast Canaltech na DeezerOuça o Podcast Canaltech no Apple Podcasts "Quando a gente fala que tem um notebook pronto para IA, a gente está falando de uma mudança física no hardware", explica Bianchi. Com a NPU, o processamento das tarefas de IA acontece localmente, sem depender da nuvem, o que resulta em menor consumo de energia, mais velocidade de resposta e maior segurança dos dados do usuário. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Notebooks sem NPU conseguem rodar aplicativos como o ChatGPT via internet, mas ficam limitados em tarefas mais intensas e em funcionalidades que exigem processamento local. A distinção importa na hora da compra. Copilot+ exige mínimo de 40 TOPs Outro ponto destacado pelo gerente de vendas da divisão de componentes da AMD no Brasil, Artur Oliveira, é que nem todo processador com NPU atende ao padrão Copilot+ da Microsoft. Para rodar a plataforma, que concentra os recursos de IA nativos do Windows, o chip precisa ter capacidade mínima de 40 TOPs (trilhões de operações por segundo). "Quando o usuário vai fazer um investimento, ele tem que entender que precisa procurar um processador com no mínimo 40 TOPs, que é aquele que vai rodar o Copilot Plus", afirma Oliveira. Processadores com 15 ou 20 TOPs entregam desempenho melhor que chips sem nenhuma NPU, mas não estão dentro do padrão Copilot+. A diferença prática: o Copilot convencional ainda depende de processamento em nuvem...

Fonte: Canaltech
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